2.23.2018

Lembranças do Sinistro Restaurante Cano - Anjo, Aichi - Parte II - Grande Almanaque Mauj

É só balançar o sininho de porcelana
para o garçom vir e anotar os pedidos.

Ah,  continuamos nosso passeio pelo Cano, 
um sinistro restaurante de comida asiática
na cidade de Anjo.

Se não viu a primeira parte, clique aqui!

A entrada do banheiro. 
Dá um certo medo, 
a gente quase mija nas calças mesmo


As paredes em jacquard e bambu, intrigantes.


Uma graça as corujinhas, né?
Sim, tudo tinha um ar bem antigo e até sujinho.

Pela foto não dá para notar, 
mas esta prateleira estava grossa de pó.
Bem de acordo com o ar sinistro da casa.

A comida do local, deliciosa.
Bebidas o ponto forte.

Sucos e cocktais maravilhosos, 
minha amiga Elaine 
se deliciando.

Elaine linda <3

Peças que vieram da Indonésia 
(Bali).

Angkor Wat em pintura.
Conjunto de templos, símbolo do Camboja.

Pena que este divertido e diferente espaço
se fechou...
 
Pelo menos sobram as boas lembranças!


2.22.2018

Lembranças do Sinistro Restaurante Cano - Anjo, Aichi - Parte I - Grande Almanaque Mauj

Um estranhíssimo restaurante.
Infelizmente ficou na lembrança, 
o estabelecimento faliu.

Então vamos relembrar o Asian Kitchen Cano.
Comida asiática (com exceção da japonesa).

Recepcionados pelo
"Sagrado Fogo da Gastronomia" 
(assim diria Paola Carosella, do Masterchef Brasil).

Chama que se apagou, 
do restaurante só restou memórias e imagens.
Faliu, uma pena.

Vem viajar no tempo,
comigo e meus amigos.
Fotos de 2009

Vamos subir as escadas.

O Cano possuía uma decoração única, sinistra.
Ao ver esta imagem, uma amiga minha muito religiosa
deu meia volta e foi embora.


Caótica, estranha, exótica como a Ásia.
E tinha Singha, maravilha de cerveja tailandesa.


Sinistro essa pomba gira oriental balançando no teto

Esses bonequinhos, um vudu indonesiano.

Mas era um lugar legal para 
comemorar um aniversário...

O ar misterioso dava um clima muito
divertido para festas.

Arte esotérica, bonecos que representam pessoas.
Protegidos por uma japamala.
Uma graça o gatinho à esquerda, né?

 Peladona

 Sapinho da sorte
em madeira.


O tamanho da birita!
Um Baileys gigante, 
minha amiga Elaine ficou feliz.

2.21.2018

A Maior Veadagem Nas Ruas de Nara - Templo Todaiji - Grande Almanaque Mauj

Vem comigo à cidade de Nara, na província de mesmo nome.
Nara já foi um dia a capital japonesa.

Nara preserva muito do Japão antigo e tradicional.
Este é o Templo Todaiji. 12 séculos de existência.
Lindo, tem uma grande estátua do Buda 
em seu interior.

Que lindinho, né? 
Um veado!

1200 cervos "shika" 
vivem soltos nas ruas de Nara.

Nem todo veado é manso, 
mas os de Nara são dóceis.

Eles rebolam essa bundona linda
por todos os cantos da cidade.

Podemos fotografá-los à vontade.
Simplesmente nem dão bola
e até parecem fazer pose!

Rodeiam os humanos, para ganhar biscoitos "sembei", 
tradicionais japoneses
feitos à base de farinha de arroz.

Barraquinhas vendem sembei próprios
 para os veadinhos.
Custam 150 ienes, uns 4 reais o pacote. 
São balanceados e vitaminados, como uma boa ração.
Os lindos cervos adoram!

Apareça com um biscoito nas mãos
e a veadada só pensa em comer
e quase te come, rs.

E vira a maior veadagem, 
todos querem alguma coisa gostosa
para por na boca.

Cervos de perfil mais agressivo
(geralmente machos mais velhos)
tem seus chifres podados. 
Triste, mas só assim 
podem permanecer em liberdade pela cidade, 
sem ferir pessoas
ou companheiros.

Mas olha, eles gostam tanto de um carinho,
que todo mundo vai querer um veado 
para chamar de seu.

Por que a bicharada solta,
por toda a cidade?

É a mesma questão das vacas na Índia:
pela antiga crença japonesa, xintoísta,
são considerados animais sagrados.

Está certo que no Japão moderno
a crença religiosa já não conta mais...

 Porém estes bichos bonitos seguem tratados com muito carinho, 
em vez de devoção.

Então você já sabe:
se ver um veado, não saia correndo e nem tenha preconceito.
Apenas ofereça seu carinho, amizade e respeito.