2.21.2017

Mouse Kawaii Elecon - Grande Almanaque Mauj



Que bonitinho!
Mouse japonês sem fio da Elecon.

Gostei da carinha.
Kawaii (bonitinho/fofinho).

Diz o fabricante que a pilha dura dois anos e meio de uso neste periférico.
Da japonesa Elecon, série Enelo Denchi Nagamochi
Preço - 1000 ienes, uns 27 Fora Temer.

2.20.2017

Maqui Berry - A Fruta Mágica da Saúde - Grande Almanaque Mauj


Um sabor que lembra uma amora mais doce, a deliciosa frutinha chilena Maqui, originária da Patagônia, é considerada sagrada pelos índios Mapuche.

Pudera! Este tesouro natural do Chile é campeão em antioxidantes (antocianinas e polifenóis), fonte de vitaminas A, C, E, cálcio, potássio, ferro e outros minerais.


Esta frutinha, com cara de groselha, ajuda a emagrecer. É diurética, previne o envelhecimento celular, desintoxica, melhora o quadro de cansaço crônico e inflamações.

Um coração de maqui berry!


A fruta é difícil de ser encontrada in natura, a versão pó/suplemento é que comanda.



Gosto de consumi-la em forma de suco fermentado (chicha). Delícia!
Saiba mais sobre esta frutinha milagrosa no vídeo abaixo!


Video da TV chilena.
Programa "Mucho Gusto", da Megavision.

2.19.2017

A Grande Catarse - Crônica Batucada de Carnaval - Grande Almanaque Mauj



Oi! Boa semana para você!



A catarse anual de um povo.
Liberta-se o vapor da panela de pressão interior de cada um.
(senão o povo explode, ainda mais em épocas tão tensas).

Problemas se anestesiam.
Ampliam-se os sentidos, o sensorial dita as regras.

A loucura é botada para fora, permite-se despir a máscara colada da aceitação social.

Rainhas, reis, animais, personagens diversos ganham vida e caem numa follie desgraçada que parece não ter fim e muito menos limites.

A suburbana pobrinha ganha seus dias de luxo na fantasia caprichada.
Desfila e olha por cima, se sente rica, linda e rainha.

O nego do armário e arma-se de kanekalon, batom. De saia se sente a mulher.

A reencarnação da Cleópatra sai para conquistar todos os homens do Egito e da Vila Dalila.

A feia de cara tem a grande chance de mostrar a bunda bela.
O santinho e moralista dá uma espiada marota na sacanagem alheia, escondido entra na farra.

Grita, pula, canta, dança, bebe, ri muito e come, os foliões.
Arrebentam a represa de sentimentos e sensações, mais estragos que a Samarco causam.


Todo beijo vem assinado de irresponsabilidade, não-compromisso, apenas desvario.
O teu sexo, tão particular, estatiza-se e o público geral ganha acesso livre, grátis.
Sem compromisso, é carnaval.


O país humilhado pelas notícias negativas faz um espetáculo de cores imenso, transformando todo o universo em seu palco. Brilha e esquece do próprio fracasso, do seu gosto de miséria.
Carros alegóricos gigantes, cores mil em passarelas, corpos bronzeados, música.
A TV esquece das notícias ruins, da novela arrastada e se inunda de gente feliz dançando, pulando, colorida.

Tudo funciona praticamente perfeito. 
É a nossa incoerência de brasileiro: a hora que somos mais perfeitos é justamente na hora da farra.

E ninguém está nem aí para nada!
Lança-perfume coletivo, o mundo fica cheiroso, colorido, lúdico e louco.
Rodopiante.
Nivela rico e pobre, branco e preto, homem, mulher (e suas misturas) no éter extático.

Mesmo quem não gosta de carnaval, gosta. Vira férias.

E vem a quarta-feira. 
De cinzas, pois é um funeral na verdade, a ressaca de fim-de-domingo multiplicada pelo infinito. 
Realidade vem voltando para casa, hora do sonho dizer tchau.

E começa o sonho para o próximo carnaval.