1.18.2018

As Armaduras dos Samurais - No Castelo Feudal Marítimo Imabari - Grande Almanaque Mauj

 Verdadeiras obras de arte, as armaduras dos samurais japoneses 
possuiam toda uma robustez delicada.
Em japonês: "ō-yoroi" (大鎧).

 Resistentes para aguentar as batalhas, 
flexíveis o suficiente para não barrar movimentos, 
eram feitas de placas de metal e couro 
entrelaçadas em seda.

Pesavam entre vinte a quarenta quilos.
Só o capacete já pesava uns cinco. 

 Estas vestimentas de guerra carregavam em seus desenhos 
inúmeros significados: 
origem, descendência, posição hierárquica, clã, 
brasão de família, símbolos do grupo guerreiro.

Algumas possuiam um tamanho adaptado, 
para pequenos guerrilheiros
(geralmente aprendizes, adolescentes).

Fiz estas fotos em um castelo medieval japones, 
na região de Shikoku.

São armaduras que estão em exposição no 
Castelo Marítimo Feudal de Imabari, 
na cidade de mesmo nome.
Província de Ehime.

 
Já estivemos neste imponente castelo 
para admirar as belíssimas cerejeiras
em flor (sakura).

 As armaduras do Castelo Imabari
preservadas datam do século XVI a XIX.

Sempre feitas à mão, em um processo meticuloso e demorado. 
Cada "gomo" de metal é unido com um nó de seda.

 Na limpeza e manutenção cada nó de seda era desfeito,
separando uma por uma as pequenas placas de metal.
Após a limpeza tudo era remontado.

 As cores mais vivas indicam posição de destaque perante à tropa.

Uma armadura usada pelas Onna Bugeisha, 
as mulheres-samurai.

Desculpe a qualidade das fotos. 
Na verdade não era permitido fotografar, 
dei uma de ninja e fotografei ocultamente.



Queria mostrar estas vestes tão interessantes e historicas 
pra você.

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1.17.2018

Vamos Manifestar o Amor, por Monja Coen - Grande Almanaque Mauj


Trago para você uma bonita meditação, da monja Coen, zen budista.
Leia e absorva estas sábias palavras.


Pense em alguém que você goste muito.
Do passado, do presente ou do futuro.
Pode ser um bichinho, um brinquedo, uma pessoa, uma criança, uma situação agradável.
Pense e sinta.
Sinta esse amor, agora, aqui, em você.
Conecte-se com o amor que habita você.

Comece a incluir nessa amorosidade todas as pessoas que estão próximas a você.
Vá expandindo sua capacidade de amar.
Inclua todas as pessoas que você conhece.
Agora inclua as que você não conhece.
Inclua próximas e distantes.
Inclua pessoas que você jamais viu.
Os povos africanos, asiáticos, australianos.
Os povos e tribos de toda a Terra.
Inclua em seu amor todo o planeta, com árvores e insetos. Flores e pássaros. Mares, rios, oceanos.
Inclua a vegetação da Amazônia e da Patagônia.
Inclua o Mar Morto e o Deserto do Saara.
Não deixe o Pequeno Príncipe de fora.
Inclua os Lusíadas, a Odisséia, Kojiki,
Inclua toda a literatura mundial, um pouco de Machado de Assis, Eça de Queiroz, Shakespeare, um tanto de Saragosa, uma gota de Jorge Amado, banhado por Herman Hesse e Amon Oz.
Inclua todas as religiões.
Como se não houvesse dentro nem fora.
Imagine, como John Lennon, que o mundo é um só.
O mundo é uno. O mundo, o universo, o pluri-verso é um só.
Nós somos unas e unos com o uno.
Perceba.
Isto que digo é a verdade.
E só há esse caminho.
Inúmeras analogias, linguagens étnicas, expressões regionais e temporais para tentar atingir o atemporal, o fluir incessante, incandescente, brilhante, da vida em movimento transformador.
Somos a vida da Terra.
Somos a vida do Universo.
Somos a vida do Multiverso.
E quando nossos pequeninos corações humanos se tornam capazes a ir além deste saquinho de pele que chamamos o eu, nos contatamos com a essência da vida. Que é a a nossa própria essência e de tudo
que é, assim como é.
Algum nome? Nenhum nome?
Caminhemos.Tornamo-nos o caminho a cada passo.
Que cada passo seja um passo de paz.
Que o novo ano se abra com a abertura dos corações-mentes de todos nós seres humanos.
Abertura para o infinito.
Abertura para a imensidão.
Abertura para a ternura.
Abertura para a sabedoria.
Abertura para a compaixão.
Que todos os seres em todas as esferas e todos os tempos se beneficiem com esse amor imenso que aqui e agora juntas, juntos, nos tornamos. E ao nos tornarmos o amor tudo se torna vida e vida em abundância.
Ame e manifeste esse amor agora.
Mãos em prece

Monja Coen



1.16.2018

As Primeiras Cerejeiras em Flor de 2018 - Kawazu-zakura - Grande Almanque Mauj

Domingo passado (14 de janeiro de 2018) 
fomos lá no Parque Nomauma.
O "Parque do Cavalinho".

Cidade de Imabari, província de Ehime.
Ilha de Shikoku.

(do jornal "Yomiuri Shimbun").
O parque virou notícia pela florada precoce das "Kawazu-zakura",
uma variedade de sakura (cerejeiras ornamentais japonesas). 
Fomos lá conferir, é claro!

Apesar da paisagem seca e desolada
de inverno...

 aqui e ali encontramos algumas flores.

Este ano, apesar do frio ter sido mais intenso,
estavam impacientes para começar o espetáculo.

Tímidas e encantadoras.

 Geralmente as Kawazu-zakura começam sua florada  no início de fevereiro.

 Apressadas e confusas, ignoraram o calendário natural.

 Talvez as árvores também estejam meio doidinhas, 
já que o clima está meio doido
neste mundo de doidos.

 Enfim, deu para sentir um sabor de primavera.

 A florada completa das 20 árvores do parque
está prevista para o fim de janeiro.

O Nomauma é um parque com importante função ecológica.

Prevenir a extinção dos "Noma",
raça japonesa de pequenos cavalos.
(Te conto em post futuro, tá? Acompanhe o blog)